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APÓS NOITADA: Mulher mente à polícia que foi levada à força para cabaré

A mulher foi indiciada pela DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) nesta quarta-feira (26) por denunciar falsamente duas pessoas pelo crime de rufianismo

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: rondoniaovivo
28/07/2023 às 15h28
APÓS NOITADA: Mulher mente à polícia que foi levada à força para cabaré
Ilustrativa

Uma mulher de 33 anos foi indiciada pela DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) nesta quarta-feira (26) por denunciar falsamente duas pessoas pelo crime de rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia), em Campo Grande (MS).

 

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Segundo apurado, a mulher foi até a DEAM dizendo que pegou emprestado R$ 2 mil de uma pessoa conhecida para pagar em 12 parcelas semanais de R$ 285 e que outro envolvido era responsável pela cobrança.

 

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Ela informou que na madrugada de sábado (22), por volta de 1h, o 'cobrador' bateu na porta do seu apartamento e, ao ser atendido teria dito: "Eu vim para fazer a recolha. Não vou aceitar mais você pagar só os juros". 

 

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Levada para prostíbulo

 

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Conforme informações da comunicante, ela foi levada para uma residência na qual funciona um prostíbulo, onde havia mais seis mulheres e permaneceu no local desde a madrugada até a manhã do dia seguinte, por volta das 7h, quando foi levada de volta para casa.

 

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A suposta vítima contou na delegacia que enquanto esteve no prostíbulo foi obrigada a manter relações sexuais com quatro homens e uma mulher, alternadamente, sendo que dois dos homens não teriam usado preservativos. A suposta vítima também disse que buscou atendimento médico.

 

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Reviravolta

 

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Assim que o boletim de ocorrência foi registrado, a Polícia Civil iniciou trabalho investigativo e a equipe do SEFEM (Setor Especializado em crimes sexuais e Feminicídio) começou a apurar as circunstâncias do fato.

 

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Ao confrontar a vítima, ela contou a realidade e desmentiu tudo que tinha narrado, dizendo que foi até a delegacia porque não queria dizer para sua família que estava na "farra" com seus amigos.

 

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De acordo com a polícia, este tipo de denúncia pode vir a prejudicar o acusado, além de atrapalhar sobremaneira o trabalho da polícia. Tanto na esfera pessoal, como profissional, o registro de ocorrência baseado em falsas denúncias é crime, com pena que pode variar de 2 a 8 anos de reclusão.

 

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