Segunda, 26 de Outubro de 2026
24°C 39°C
Guajará-Mirim, RO
Publicidade

TSE desmente acusação de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais do PL durante a apuração das eleições

Justiça Eleitoral confirma livre acesso de representantes do partido à Sala de Totalização e registra presença de auditores do PL no subsolo e no quinto andar da sede da Corte.

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: Com informações Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil
26/10/2026 às 10h15 Atualizada em 26/10/2026 às 10h30
TSE desmente acusação de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais do PL durante a apuração das eleições
© Frame TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu uma nota oficial na manhã desta segunda-feira, dia 26 de outubro de 2026, desmentindo as declarações do candidato derrotado à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL). Em pronunciamento realizado na noite anterior, o parlamentar alegou que fiscais de sua coligação teriam sido expulsos da chamada “sala-cofre” do edifício-sede da Corte, em Brasília, durante o processo de apuração dos votos do segundo turno.

A Justiça Eleitoral esclareceu que a sala-cofre abriga a infraestrutura física dos servidores de dados do tribunal e não constitui espaço de visitação ou acompanhamento do pleito. O TSE destacou que o acompanhamento público e técnico da soma dos votos é realizado na Sala de Totalização, local que permaneceu aberto à presença de auditores de partidos políticos, observadores internacionais, advogados e representantes do Ministério Público Eleitoral.

Continua após a publicidade
Anúncio

De acordo com o tribunal, dois fiscais credenciados pelo Partido Liberal (PL) estiveram presentes nas dependências do TSE durante o domingo. Registros de acesso e imagens do sistema interno de segurança comprovam que os auditores da campanha oposicionista acompanharam o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, no subsolo do prédio, e circularam pela Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar, bem como pela própria Sala de Totalização. 

A contestação levantada por Flávio Bolsonaro faz parte de um conjunto de alegações apresentadas pela candidatura derrotada para questionar a higidez do pleito, vencido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 51,79% dos votos válidos (64,2 milhões de votos). A oposição também contesta a liminar concedida pelo ministro do STF, Cristiano Zanin, que estendeu o horário de votação em seções abertas até as 19 horas.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários