
A Operação Mute mobilizou a Polícia Penal em Porto Velho durante a 11ª fase da ação nacional, reforçando o combate a comunicações ilícitas dentro do sistema prisional. A iniciativa teve como foco a Penitenciária de Médio Porte Pandinha e buscou enfraquecer a atuação de organizações criminosas, em alinhamento com diretrizes da Operação Mute.
A ação integra o programa Brasil Contra o Crime Organizado e ocorreu de forma simultânea em várias unidades do país. Em Rondônia, a atuação da Polícia Penal ocorreu sob coordenação da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), com apoio da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape). A Operação Mute contou com revistas detalhadas nas celas e uso de cães farejadores treinados para localizar celulares, drogas e outros materiais proibidos.
Segundo as autoridades, a retirada desses itens reduz significativamente a capacidade de articulação de crimes dentro e fora dos presídios, fortalecendo a segurança pública. A mobilização envolveu cerca de 30 policiais penais, reforçando o caráter estratégico da Operação Mute em âmbito nacional.
ATUAÇÃO INTEGRADA
A execução da Operação Mute seguiu protocolos de inteligência e procedimentos operacionais padronizados, ampliando o controle estatal sobre as unidades prisionais. A integração entre forças estaduais e federais foi destacada como essencial para o sucesso da ação.
O governador de Rondônia ressaltou que investimentos em tecnologia e capacitação têm fortalecido o sistema prisional. Já representantes da Senappen destacaram que a Operação Mute é contínua e essencial para impedir a comunicação entre detentos e redes criminosas externas.