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BUSCAS CONTINUAM: Polícia confirma que fugitivo 'Lazaro de Rondônia' está ferido e tentou pedir socorro em sítio.

Policiais do BOPE, da inteligência e efetivos da Civil estão no encalço do fugitivo.

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: Da assessoria
19/07/2024 às 15h20
BUSCAS CONTINUAM: Polícia confirma que fugitivo 'Lazaro de Rondônia' está ferido e tentou pedir socorro em sítio.
Foto: Divulgação

O Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar de Rondônia e policiais do serviço de inteligência, além de efetivos da Polícia Civil, estão na região de Jaru trabalhando na operação de captura de Maicon da Silva Raimundo, principal suspeito de executar o dentista Clei Bagattini, em Vilhena, no dia 13 de julho.

Os policiais são altamente treinados e estão utilizando todas as técnicas de patrulhamento para interceptar o fugitivo, que chegou a trocar tiros com a polícia e balear um militar que trabalha em Jaru e que estava na patrulha que cruzou com Maicon ainda na noite do dia 13, horas depois da execução em Vilhena.

Os policiais confirmaram que Maicon está ferido e chegou a tentar pedir socorro em um sítio. De acordo com levantamento da caçada, Maicon passou por uma propriedade rural e foi visto pelos moradores. A polícia também está utilizando cães farejadores que estão cercando o perímetro e apertando o cerco contra o fugitivo. 

 

Além do trabalho da PM na busca por Maicon, a Polícia Civil, em uma outra linha de atuação, também está no encalço de Raqueline Leme Machado, que é considerada foragida e é investigada por uma possível participação na execução de Clei.

 

A ação da polícia de Rondônia foi extremamente rápida. O assassinato do dentista aconteceu no início da manhã do dia 13 e em poucas horas já se tinha a identidade de um acusado e a polícia estava no encalço dele, inclusive trocando tiros contra Maicon, que mesmo ferido conseguiu escapar e se embrenhou na mata.

 

Para quem tiver informações sobre o paradeiro de Maicon e de Raqueline, basta entrar em contato pelo telefone (69) 3322-3001 (WhatsApp) ou pelo 190 da Polícia Militar.

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