
Mais do que um espaço religioso, local acolhe histórias, emoções e fortalece laços entre gerações
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É nesse cenário que histórias pessoais ganham significado. A decoradora Lara encontrou na Catedral um ponto de transformação em sua vida.
“A Catedral se tornou um refúgio… quando a gente está mal, vem aqui, vai ao sacrário, conversa com Jesus. É um lugar de paz, de calmaria. Nos piores momentos a gente procura esse espaço… e também nas maiores alegrias, para agradecer”.
Convertida há cerca de um ano, ela relata que a relação com o espaço mudou completamente sua forma de viver a fé.
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Fé que conecta gerações
O sentimento de pertencimento também se constrói na continuidade. Para Lara Galvão, a permanência da Catedral ao longo dos anos reforça um elo que ultrapassa gerações.
“São mais de 100 anos… e isso vai passando de geração para geração”, completou.
Para o arcebispo Dom Roque Paloschi, esse vínculo entre as pessoas e o espaço é resultado de uma construção coletiva, marcada pela fé e pelo sentimento de comunidade.
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Ao longo do dia, é comum ver pessoas entrando e saindo em silêncio, algumas em oração, outras apenas buscando um momento de tranquilidade. O movimento constante reforça o papel da Catedral como um espaço vivo, presente na rotina da cidade.
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou a importância da Catedral para a identidade cultural e afetiva da capital.
“A Catedral é um espaço que representa não só a fé, mas também o sentimento de pertencimento da nossa população. Preservar esse lugar é manter viva uma parte importante da identidade de Porto Velho”.
Entre orações silenciosas e momentos de reflexão, a Catedral segue acolhendo histórias todos os dias: um espaço onde cada visita carrega um pouco de fé, memória e pertencimento.
Texto:Helen Paiva
Edição:Secom
Fotos:Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)