
Impulsionado pelos recursos da Lei Paulo Gustavo e editais de fomento executados pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), o cinema rondoniense alcançou um marco inédito. Com apoio e incentivo da gestão estadual, o estado é o grande destaque do 11º Festival Pan-Amazônico de Cinema – Amazônia FiDoc 2026, conquistando o maior número de obras selecionadas entre as mostras competitivas e especiais do evento.
O evento será realizado em Belém (PA) e em territórios ribeirinhos da região, entre os dias 28 de abril e 6 de maio, o festival reúne mais de 1.200 produções inscritas de toda a Amazônia Legal e de países da Pan-Amazônia, firmando-se como uma das principais vitrines do audiovisual na região Norte.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o resultado evidencia o talento local aliado aos investimentos certeiros. “Ver o nosso cinema se destacando e liderando as seleções entre mais de mil produções de toda a Pan-Amazônia é motivo de orgulho. Isso é reflexo do talento da nossa gente e dos investimentos que o governo de Rondônia tem feito para valorizar a cultura, gerando emprego, renda e mostrando a nossa identidade para o mundo”, pontuou.
Segundo o secretário da Sejucel, Paulo Higo, o protagonismo do estado no festival está diretamente ligado à eficiência na aplicação das políticas públicas de cultura. “O fortalecimento do nosso audiovisual não acontece por acaso. É fruto de um trabalho sério e planejado do governo do estado na execução célere e transparente de recursos, como os da Lei Paulo Gustavo, garantindo que o fomento chegue na ponta. O papel da Sejucel é dar as ferramentas e o suporte necessários para que os realizadores rondonienses possam contar suas próprias histórias com qualidade e excelência técnica”, afirmou.
As produções selecionadas, viabilizadas pelos editais estaduais, evidenciam não apenas a quantidade, mas a diversidade estética e temática de Rondônia. Nos curtas-metragens, o estado explora diferentes linguagens com produções comoMucura, de Fabiano Barros, que traz um suspense psicológico com elementos sobrenaturais, eA Ascensão da Cigarra, dirigido por Ana Clara Ribeiro, que propõe uma narrativa sensorial e subjetiva sobre identidade e pertencimento em meio à paisagem urbana de Porto Velho.
A participação de destaque no Amazônia FiDoc 2026 amplia a visibilidade do cinema rondoniense nos cenários nacional e internacional, posicionando o estado como um dos polos mais ativos e criativos do audiovisual amazônico contemporâneo, reafirmando o compromisso da atual gestão com o desenvolvimento da economia criativa.
Fonte
Texto: Lilian Quele e Paulo Amorim
Fotos: Arquivo
Secom - Governo de Rondônia