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Operação policial prende suspeitos e apreende armas e drogas no interior de Rondônia

Além do impacto direto no bolso da população, o município também tem se destacado pelos investimentos na renovação da frota

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: www.rondoniaovivo.com
07/02/2026 às 11h07
 Operação policial prende suspeitos e apreende armas e drogas no interior de Rondônia
Foto: Divulgação
A mobilidade urbana nas capitais da Região Norte revela contrastes que vão além do valor da tarifa cobrada do usuário. Em Porto Velho, a redução da passagem de ônibus urbano de R$ 6,00 para R$ 3,00 colocou a capital de Rondônia entre as cidades com a tarifa mais baixa do país e, atualmente, a mais barata entre as capitais do Norte.
 
Além do impacto direto no bolso da população, o município também tem se destacado pelos investimentos na renovação da frota, com a circulação de ônibus novos, o que contribui para maior conforto, segurança e regularidade no transporte coletivo. A combinação entre tarifa reduzida e modernização dos veículos reforça o papel do transporte público como política social.
 
Em contraste, Manaus mantém uma das tarifas mais elevadas da região, em torno de R$ 6,00. Embora existam valores diferenciados para estudantes e beneficiários de programas sociais, a maior parte da população paga a tarifa cheia, o que pesa significativamente no orçamento mensal de quem depende diariamente do ônibus para trabalhar, estudar ou acessar serviços básicos.
 
No entanto, o debate sobre mobilidade urbana não se resume ao preço da passagem. Em várias capitais do Norte, usuários ainda convivem com ônibus superlotados, horários irregulares e a ausência de infraestrutura adequada nos pontos de parada. São problemas que afetam diretamente a qualidade de vida e tornam o deslocamento diário mais cansativo e desigual.
 
O transporte coletivo é essencial para o funcionamento das cidades e não pode ter seu custo transferido integralmente para o usuário. Subsídios bem planejados, gestão eficiente e integração com o planejamento urbano são apontados como caminhos para equilibrar tarifas acessíveis e qualidade do serviço.
 
Outro desafio estrutural é a baixa diversificação dos modais de transporte na região. Sistemas como BRT, VLT, monotrilho e outros modelos sobre trilhos ainda são raros ou inexistentes em grande parte da Amazônia urbana. Para especialistas, essas alternativas não podem permanecer apenas no discurso: são fundamentais para construir cidades mais modernas, eficientes e humanas, capazes de acompanhar o crescimento populacional e econômico do Norte do país.
 
 
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