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OPERAÇÃO NERO: Polícia Federal atua contra atos criminosos praticados contra instituições públicas e Ônibus em Rondônia

Operação Nero cumpre 32 mandados contra suspeitos de participar de atos de vandalismo por manifestantes.

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: Portal Guajará / Assessoria da PF
29/12/2022 às 09h43 Atualizada em 29/12/2022 às 10h10
OPERAÇÃO NERO: Polícia Federal atua contra atos criminosos praticados contra instituições públicas e Ônibus em Rondônia
Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal deflagram nesta quinta-feira (29), a Operação Nero, com o objetivo de identificar e prender os envolvidos na tentativa de invasão ao Edifício-Sede da PF no dia 12 de dezembro e de praticarem outros atos criminosos na mesma data pela capital federal, como a depredação à 5ª Delegacia de Polícia, além de incêndios criminosos contra veículos e ônibus.

 

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Policiais federais e civis cumprem 32 ordens judiciais de busca e apreensão e de prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de Rondônia, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

 

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Os policiais cumprem medidas judiciais em Porto Velho e outras seis cidades do estado. Como a operação é coordenada via Brasília, poucas informações estão sendo repassadas à imprensa.

 

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Porém, a mídia nacional informou há pouco que um homem foi preso em Rondônia, além de armas utilizadas nos atos antidemocráticos, como bloqueios de rodovias federais.

 

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As investigações tiveram início na Polícia Federal, para identificar os envolvidos no ataque ao Edifício-Sede da instituição, e na Polícia Civil do Distrito Federal, a qual apurou os atos de vandalismo cometidos em Brasília.

 

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Os suspeitos teriam tentado invadir a sede da PF com o objetivo de resgatar um homem preso pela instituição no dia 12. Após serem frustrados, teriam dado início a uma série de atos de vandalismo pela cidade. As duas investigações foram encaminhadas, em razão de declínio de competência, ao Supremo Tribunal Federal.

 

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O conjunto da investigação buscou identificar e individualizar as condutas dos suspeitos de depredar bens públicos e particulares, fornecer recursos para os atos criminosos ou, ainda, incitar a prática de vandalismo.

 

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Os crimes objetos da apuração são de dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, cujas penas máximas somadas atingem 34 anos de prisão.

 

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O nome da operação faz referência a um imperador romano do primeiro século que ateou fogo em Roma.

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