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Professor é preso em flagrante em Rondônia suspeito de aliciar aluno pelo WhatsApp

Família descobriu mensagens de teor sexual no celular do menino, acionou a PM e ajudou a montar flagrante no bairro São Cristóvão.

Portal Guajará
Por: Portal Guajará Fonte: jornal rondonia
22/01/2026 às 12h47 Atualizada em 22/01/2026 às 13h00
Professor é preso em flagrante em Rondônia suspeito de aliciar aluno pelo WhatsApp
Foto: Divulgação

Um professor de escola estadual foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira (21), em Ji-Paraná (RO), suspeito de aliciar um aluno de 11 anos por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp. A prisão aconteceu após a família descobrir as conversas e acionar a Polícia Militar para impedir que a criança fosse até a casa do suspeito.

De acordo com as informações apuradas, o professor mantinha diálogo com o menino e enviava mensagens de cunho sexual, além de fazer convites insistentes para que a criança fosse até sua residência, localizada no bairro São Cristóvão, durante a noite.

O caso veio à tona quando a irmã da vítima teve acesso ao celular do garoto e encontrou o conteúdo das conversas. Diante da gravidade, a família decidiu agir rápido e procurou ajuda das autoridades.

Para confirmar a tentativa de encontro e permitir o flagrante, a irmã passou a responder o suspeito se passando pelo menino e confirmou que iria até o endereço indicado, enquanto a Polícia Militar era acionada e se deslocava para o local.

Ao chegar na residência informada nas mensagens, os policiais encontraram o professor aguardando a suposta chegada da criança. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado imediatamente para a Delegacia de Polícia Civil de Ji-Paraná, onde o caso passou a ser registrado e investigado.

Ainda conforme relatos, o suspeito teria usado como justificativa um convite para o menino “tomar banho de piscina” em sua casa. A Polícia Civil deve aprofundar as investigações, analisar as mensagens e apurar se existem outros casos semelhantes envolvendo o mesmo professor.

A identidade do suspeito não foi divulgada para preservar o menor e não comprometer o andamento da apuração. O caso reforça o alerta para que pais e responsáveis acompanhem de perto o uso de aplicativos de mensagens por crianças e adolescentes e denunciem imediatamente qualquer abordagem suspeita.

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